Por Esportes & Notícias
O secretário estadual de saúde, Gilberto Figueiredo, afirmou que está havendo uma crescente do número de casos de Covid-19 em todo estado, porém, é preciso a população se conscientizar e se prevenir do vírus.
Apesar da crescente nos casos, Gilberto falou que ainda não é momento da população se apavorar, já que o número de óbitos é inferior em comparação ao ano passado.
“É importante frisar, primeiro, que Covid nunca desapareceu do nosso cenário epidemiológico. Segundo, que o número de óbitos e casos são inferiores ao mesmo período do ano passado. Então, não é um motivo para a população também ficar apavorada. Mas o triste nessa história é que apenas em torno de 7% da nossa população no Mato Grosso estão cobertas pelas quatro doses da vacina”, disse nesta terça-feira (06).
Gilberto explanou sobre a população se preocupar se haverá leitos, quando na verdade deveria se proteger, já que está comprovado que mais de 90% dos óbitos são insímiles. Pessoas que não cumpriram o esquema vacinal e principalmente aqueles com uma idade avançada e que têm comorbidade.
“Para aqueles que têm determinadas comorbidades, que são imunossuprimidos, a vacina precisa ser renovada a cada seis meses. E eu vejo, as estatísticas mostram, quando nós analisamos o paciente que foi a óbito, que ou não tomou a vacina, ou não tomou e não está também se preocupando com as medidas não farmacológicas, que é o que todo mundo tem”, explicou.
O secretário também frisou que os boletins epidemiológicos são publicados toda semana no nosso site da Secretaria Estadual de Saúde. A a avaliação de risco em cada município continua sendo feita e Gilberto reforçou que não há um único secretário de saúde em Mato Grosso que não sabe o que tem que ser feito, mas detalhou que o secretário não faz sozinho aquilo que é a obrigação da população.
Por fim, ele afirmou que a Secretaria Estadual de Saúde não vai interferir nas decisões municipais em relação ao carnaval, e que caberá a cada gestor ter a consciência.
“Secretaria de Estado não se envolve na autoridade municipal. Desde o início da pandemia tem sido uma decisão do nosso governo que cada gestor adote as medidas dentro do seu território, porque é autoridade local. Então, não é a secretaria que vai determinar um prefeito se ele deve ou não fazer festa. Os nossos boletins têm as orientações para a população e para os gestores adotarem as medidas necessárias”, concluiu.


















