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“Estão avançando uma linha que não podiam avançar”, diz Assis sobre morte de sargento

O parlamentar também falou que planejar um tipo de crime como esse, requer um nível de crueldade e de intenção de promover o evento morte

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Por Esportes & Notícias

O deputado federal Coronel Assis (União) afirmou. nesta quarta-feira (29/5), que caso o assassinato do sargento Odenil Alves Pedroso, 47, tenha ligação com uma possível represália a morte de um integrante de facção criminosa, os bandidos estão avançando em uma linha que não podiam avançar.

O coronel expressou sua profunda tristeza e preocupação com o caso que comoveu toda a corporação da Polícia Militar.

“Olha, na verdade, a gente lamenta muito mais um fato desse ocorrido, né? É inadmissível pensar que o homem que estava cumprindo com o seu dever, trabalhando em prol do Estado, tenha sido morto dessa forma”, declarou o coronel.

Assis disse que irá aguardar as investigações e os levantamentos de inteligência.

“Acho que tem que ser tratado com muita responsabilidade. Afinal, era um pai de família, um homem que estava cumprindo seu dever e, na verdade, a gente não pode aceitar que esse tipo de coisa aconteça no Mato Grosso.”

Assis destacou a possibilidade de ligação do crime com organizações criminosas, enfatizando a gravidade da situação.

“Caso isso tenha ligação com a questão do crime organizado, isso é muito grave. Isso mostra que estão avançando uma linha que não podiam avançar”, alertou o deputado.

Apesar da dor, Coronel Assis expressou confiança na Polícia Militar para localizar e prender o autor do homicídio.

“Eu tenho muita fé na minha instituição Polícia Militar, porque fiz parte dessa polícia por quase trinta anos da minha vida. Tenho certeza que meus irmãos policiais militares estão trabalhando incessantemente, do soldado mais moderno ao coronel mais antigo, buscando informação, trazendo inteligência para poder elucidar isso e, mais do que isso, ir atrás desses vagabundos, desses facínoras, que são verdadeiros psicopatas sociais”, argumentou.

O parlamentar também falou que planejar um tipo de crime como esse, requer um nível de crueldade e de intenção de promover o evento morte, então caso haja uma resistência no momento de prisão, o criminoso possivelmente terá o caminho da morte também.

“Caso exista resistência por parte desses criminosos, que seja o destino de ir pro cemitério, ir pra vala, porque é inadmissível acontecer uma situação dessa com qualquer um da sociedade, em especial com um policial que estava cumprindo seu dever, concluiu.

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