Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Edna coloca nome à disposição do PT e sinaliza pré-candidatura ao Senado

Ex-vereadora surpreende aliados ao mudar planos eleitorais e defende protagonismo feminino e palanque forte para Lula em Mato Grosso
Vereadora Edna Sampaio. Secom Câmara

publicidade

A ex-vereadora por Cuiabá, Edna Sampaio (PT) publicou nas redes sociais, na manhã desta sexta-feira (23), uma carta aberta em que coloca seu nome à disposição para disputar uma vaga no Senado Federal. A sinalização surpreendeu parte de sua base, já que, até então, o projeto da petista era concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), cargo para o qual foi suplente nas eleições de 2022.

Na publicação, Edna se apresenta como opção do Partido dos Trabalhadores para compor uma eventual chapa ao Senado, em diálogo com o campo progressista liderado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD). A ex-vereadora destaca sua trajetória de quase 20 anos de militância no PT, a atuação em movimentos sociais e a defesa de uma renovação no Congresso Nacional como pilares da pré-candidatura.

“Sou filiada ao PT desde os 19 anos, cresci politicamente, participei de lutas, e me orgulho de contribuir com a construção de um projeto de país que colocou pobres, mulheres e trabalhadores no centro das políticas públicas. A eleição se aproxima e somos chamados à responsabilidade histórica de construir um palanque progressista, que defenda o avanço do governo Lula”, escreveu.

Edna defendeu que o partido apresente um nome próprio e feminino na majoritária.

“Propósito de contribuir para indicação de um nome de mulher petista, na chapa ao Senado, fortalecendo o protagonismo do PT e palanque do presidente Lula em Mato Grosso. Nossas candidaturas proporcionais são tão importantes para o novo Governo Lula”, concluiu.

Edna Sampaio ingressou na disputa eleitoral em 2018, quando concorreu ao cargo de deputada federal, sem sucesso. Em 2020, foi eleita vereadora por Cuiabá com cerca de 2,9 mil votos. Dois anos depois, disputou uma vaga na ALMT, ficando como suplente.

Em 2023, teve o mandato cassado sob acusação de irregularidades na gestão da verba indenizatória, decisão posteriormente revertida por liminar judicial. Em julho de 2024, voltou a ser cassada pela Câmara Municipal, mas a medida foi derrubada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por três votos a dois, afastando a inelegibilidade de oito anos e permitindo que ela volte a disputar eleições.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade