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Deputado estadual reforça pedido de intervenção na saúde de Cuiabá

Por Cuiabá é uma gestão plena, é necessário pedir uma intervenção

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Por Esportes & Notícias

O deputado estadual Paulo Araújo (PP) voltou a criticar a saúde pública de Cuiabá e atacou a gestão municipal do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). A fala foi realizada na manhã desta quarta-feira (14), onde ele alegou que o sistema de saúde colapsou e pessoas estão morrendo nas filas de hospitais aguardando atendimento.

Como presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, Paulo alegou que já pediu providências ao estado para melhorar o sistema de saúde, porém, como Cuiabá é uma gestão plena, é necessário pedir uma intervenção.

“Nós temos recursos financeiros que estão chegando religiosamente em dia nas contas do município de Cuiabá. São R$ 170 milhões de recursos do governo federal que cai na conta do município de Cuiabá e ainda tem quatro, cinco meses de atraso aos prestadores de serviços. Esses motivos que culminara para que eu fizesse no plenário da Assembleia Legislativa pedir a intervenção por parte do governo do estado. É uma das ações, poderiam ter feito outras? Sim. A intervenção é cabível, porque temos um sistema que está matando pessoas, porque colapsou. Temos uma série de irregularidades que culminou com o afastamento de vários secretários”, defendeu Paulo Araújo.

Paulo ainda lembrou que o Ministério Público também já pediu no Tribunal de Justiça, uma intervenção na saúde cuiabana.

“A intervenção reorganizar e diz, gestor você não tem condições mais de por si só de gerir o sistema que colapsou totalmente em Cuiabá. Sai, afasta o gestor temporariamente e outro gestor com capacidade técnica, operacional e financeira reestabelece o sistema e devolve para o gestor. É isso que estou pedindo para a saúde pública de Cuiabá que infelizmente está matando não só as pessoas que moram em Cuiabá. A capital é referência e recebe recursos financeiros de outros municípios e é por esse motivo que Cuiabá é importante para o sistema público de saúde. O governo do estado teria condições de sobra para gerir essa massa falida do sistema de saúde”, declarou.

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