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Corpo em decomposição é encontrado em prédio abandonado usado por usuários de drogas

O local já abrigou a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) e, posteriormente, uma unidade de saúde da prefeitura

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Um corpo em avançado estado de decomposição foi encontrado no fim da tarde de segunda-feira (9), dentro de um prédio público abandonado na Avenida Castelo Branco, região central de Várzea Grande. O local já abrigou a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) e, posteriormente, uma unidade de saúde da prefeitura, mas hoje está tomado pelo mato e serve de abrigo para usuários de drogas e moradores em situação de rua.

Segundo moradores, um forte odor vindo do imóvel chamou a atenção. Ao se aproximarem, encontraram o corpo em um dos cômodos e acionaram imediatamente a Polícia Militar, que isolou a área. Em seguida, equipes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e do Instituto Médico Legal (IML) foram chamadas para iniciar os procedimentos periciais.

A vítima ainda não foi identificada oficialmente. Trata-se de um homem moreno, que apresentava marcas de sangue pelo corpo. A suspeita é de que tenha sido morto com golpes de faca. Devido ao estágio avançado de decomposição, os peritos estimam que a morte tenha ocorrido há cerca de quatro ou cinco dias.

O prédio, que fica próximo ao Ginásio Fiotão, ao Terminal André Maggi e à Biblioteca Municipal, está completamente deteriorado, com portas e janelas arrombadas. O espaço, há tempos abandonado pelo poder público, virou ponto de uso de drogas e práticas ilícitas.

A DHPP investiga o caso e tenta identificar os responsáveis pelo crime, além de apurar as circunstâncias da morte.

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