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Buzetti detalha colégio com cinco do União Brasil e dois do PP e descarta interferência nacional

A disputa pelo Palácio Paiaguás expõe a divisão dentro da federação

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A senadora Margareth Buzetti (PP) afirmou que a definição das candidaturas da Federação União Progressistas em Mato Grosso ficará restrita a um grupo de sete delegados, cinco do União Brasil e dois do (PP) e rechaçou qualquer possibilidade de interferência da direção nacional no processo.

Segundo a parlamentar, o modelo já está estabelecido internamente e substitui a participação ampliada de diretórios e filiados. “São sete integrantes que decidem e definem as candidaturas. Não é mais todos os diretórios”, disse.

A disputa pelo Palácio Paiaguás expõe a divisão dentro da federação. Parte do grupo defende apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), enquanto o senador Jayme Campos (União Brasil) tenta viabilizar candidatura própria, com articulações no estado e em Brasília.

Pivetta tem o respaldo do presidente estadual do União Brasil, Mauro Mendes, enquanto Jayme busca apoio entre aliados descontentes e aposta na relação com lideranças nacionais, estratégia minimizada por Buzetti.

A senadora ressaltou que, apesar das divergências, a condução será exclusivamente estadual. Ela própria integra o grupo com direito a voto e já declarou apoio a Pivetta na escolha interna.

No cenário para o Senado, Buzetti também defendeu autonomia plena da cúpula local na formação das chapas. “Quem define é o diretório estadual. Não há interferência externa”, afirmou.

A declaração reforça o protagonismo das lideranças de Mato Grosso na condução do processo eleitoral e delimita o peso decisório concentrado no grupo de sete delegados.

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