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Apontada como líder do CV alega ser mãe de criança, mas ministro do STJ mantém prisão

Sabrina é considerada uma das principais lideranças da organização criminosa na região, atuando com o marido, em cidades como Reserva do Cabaçal, Araputanga, São José dos Quatro Marcos e Mirassol D’Oeste
Foto: Reprodução

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Apontada como líder do Comando Vermelho (CVMT) na região Oeste, Sabrina Mesquita Barbosa teve seu pedido de habeas corpus negado pelo ministro Ribeiro Dantas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Acusada de envolvimento em crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, a defesa de Sabrina solicitava a revogação da prisão preventiva ou sua substituição por prisão domiciliar, com base no fato de ela ser mãe de três filhos menores de 12 anos. No entanto, a Corte manteve a prisão.

Segundo a decisão, Sabrina é considerada uma das principais lideranças da organização criminosa na região, atuando com o marido, em cidades como Reserva do Cabaçal, Araputanga, São José dos Quatro Marcos e Mirassol D’Oeste.

As investigações apontam que, por meio de sua empresa de fachada, Sabrina estaria envolvida em lavagem de dinheiro proveniente de atividades criminosas, fortalecendo sua posição dentro do grupo.

O pedido de prisão domiciliar foi rejeitado sob o argumento de que, embora Sabrina seja mãe de crianças, sua atuação em uma organização criminosa que comete crimes violentos impede a concessão do benefício.

“Como se vê, embora mãe de menores de 12 anos de idade, a paciente é uma das lideranças da organização criminosa com envolvimentos em crimes violentos e vinculação com o Comando Vermelho, mesmo diante da necessidade de observância à doutrina da proteção integral às crianças, tenho que o caso concreto não permite a concessão da prisão domiciliar, diante da expressa vedação legal, contida no inciso I do art. 318-A do Código de Processo Penal”, diz trecho de decisão recebida pela reportagem.

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