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Abilio quer frear expansão urbana no Sul de Cuiabá e redirecionar crescimento para outras regiões

Ao explicar o impacto desse modelo, Abilio afirmou que levar o lixo de toda a cidade, inclusive da região da Guia, para o lado oposto da Capital representa um formato ineficiente de organização urbana

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, afirmou que pretende conter o avanço urbano na região Sul da Capital e endurecer as regras para impedir a continuidade desse crescimento. A declaração foi feita durante a apresentação do novo Plano Diretor, quando o gestor classificou a ocupação nessa área como uma anomalia no desenvolvimento da cidade, por elevar custos de infraestrutura, logística e serviços públicos.

Segundo Abilio, decisões adotadas em administrações passadas contribuíram para esse modelo de expansão. Ele citou a implantação do bairro Pedra 90, no período em que Jayme Campos comandava a prefeitura, em uma área que, à época, era considerada distante do núcleo urbano.

O prefeito também mencionou a gestão de Emanuel Pinheiro ao tratar da instalação do aterro sanitário na região Sul. Na avaliação dele, a medida agravou a ineficiência da estrutura urbana ao ampliar custos com transporte e operação da coleta de resíduos.

Ao explicar o impacto desse modelo, Abilio afirmou que levar o lixo de toda a cidade, inclusive da região da Guia, para o lado oposto da Capital representa um formato ineficiente de organização urbana.

Com a revisão do Plano Diretor, a prefeitura pretende criar regras mais rígidas para impedir novos projetos que estimulem o crescimento nessa direção. De acordo com o prefeito, a intenção é estabelecer limites claros para interromper a expansão da cidade na região sul.

Abilio afirmou ainda que o crescimento urbano de Cuiabá deve seguir outro eixo a partir de agora, com direcionamento para as regiões oeste e norte.

A justificativa apresentada pela gestão envolve fatores estruturais e ambientais. A região sul concentra áreas de proteção, como a APA na base da Chapada, o que restringe a ampliação da ocupação sem provocar impactos ambientais.

Além disso, o distanciamento geográfico, segundo a prefeitura, encarece serviços essenciais, entre eles transporte coletivo, coleta de lixo e manutenção urbana.

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