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Abilio projeta economia de R$ 15 milhões até o final do ano e 60 demissões com fusão de pastas

Abilio também explicou que as medidas são uma reação à crise financeira causada, principalmente, por dívidas herdadas da antiga gestão

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou nesta quinta-feira (4) que as mudanças administrativas com a fusão de secretarias devem garantir uma economia de aproximadamente R$ 15 milhões até o final do ano, sem comprometer a qualidade dos serviços públicos prestados à população. Além disso, segundo o gestor, haverá corte de contratos e cerca de 60 demissões.

De acordo com Abilio, o desafio é equilibrar as finanças da Prefeitura sem perder eficiência na entrega.

“Nós vamos diminuir gastos e manter a eficiência. Reduzir custo perdendo resultado é um erro. A economia precisa vir junto com uma gestão eficiente”, destacou.

As mudanças fazem parte de um pacote anunciado no final de agosto e já começam a ser implementadas. Um dos principais pontos foi a fusão das secretarias de Educação, Esporte e Cultura, aprovada pela Câmara Municipal nesta semana. Apesar da união administrativa, Abilio garantiu que cada área manterá autonomia orçamentária e técnica.

“O secretário de Cultura continua planejando o orçamento da Cultura, o de Esporte cuida do orçamento do Esporte, e o mesmo vale para a Educação”, explicou.

Além das fusões, a Prefeitura prevê redução de contratos e cargos comissionados, com cerca de 60 desligamentos estimados. “São sistemas que se fundem, contratos que se tornam um só, e isso gera uma economia significativa”, disse o prefeito.

Abilio também explicou que as medidas são uma reação à crise financeira causada, principalmente, por dívidas herdadas da antiga gestão. Um dos maiores desafios é o pagamento de R$ 160 milhões em precatórios, que não estavam previstos no orçamento deste ano.

“Essa dívida não constava na LOA. O Tribunal de Justiça determinou que a Prefeitura deve quitar um quinto da dívida por ano. Mas de onde vou tirar R$ 160 milhões?”, questionou.

Para o prefeito, as mudanças são necessárias e estratégicas. “Se você tem grandes jogadores no seu time, não vai querer perder por causa de um discurso de economia. Economia sem eficiência é má gestão. E isso a gente não vai aceitar”, concluiu.

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