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Galvan desacredita pesquisas e lembra: “Em 2022 nem aparecia e fui segundo”

O pré-candidato afirmou que pretende levar ao Senado uma atuação pautada pela seriedade e pelo compromisso com a população

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Pré-candidato ao Senado, o empresário do agronegócio, Antônio Galvan afirmou que não deposita confiança em pesquisas eleitorais e voltou a questionar a credibilidade dos levantamentos divulgados durante o período pré-eleitoral. Ao relembrar a disputa de 2022, ele argumentou que os institutos não refletiram seu desempenho nas urnas e disse acreditar que a campanha será o fator determinante para o resultado da eleição.

Segundo Galvan, sua experiência na última disputa reforçou a convicção de que os levantamentos não são capazes de medir com precisão o comportamento do eleitorado.

“Eu não aparecia nem nas pesquisas em 2022 e cheguei em segundo lugar. Agora estou aparecendo e até brinco com o pessoal: nessa que estou aparecendo vou chegar em primeiro, porque naquela que eu nem aparecia cheguei em segundo”, afirmou.

Galvan também levantou suspeitas sobre a origem dos recursos utilizados para financiar pesquisas eleitorais e criticou a falta de transparência em relação aos contratantes.

“Na verdade, é quem contrata a pesquisa. Nunca colocam quem está pagando. Dizem que é por conta do instituto, mas isso é mentira. Alguém está pagando essa pesquisa”, declarou.

O empresário ressaltou que não pretende investir em levantamentos de intenção de voto durante a pré-campanha e disse confiar no contato direto com o eleitor.

“Não me preocupo com pesquisa, não gasto dinheiro com pesquisa e não contrato pesquisa. Vocês não vão ver nenhuma pesquisa aparecendo em meu nome porque eu não faço isso de forma nenhuma”, disse.

Ao defender sua candidatura, o pré-candidato afirmou que pretende levar ao Senado uma atuação pautada pela seriedade e pelo compromisso com a população.

“O povo sabe da nossa seriedade e honestidade. Tenho 68 anos de idade e não vai ser agora que vou usar um cargo para fazer palhaçada”, declarou.

Galvan também direcionou críticas à atuação dos atuais senadores diante de temas relacionados ao Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com ele, o Senado tem se omitido diante do que considera excessos praticados por ministros da Corte.

“Hoje a grande maioria dos nossos senadores está acovardada. O abuso tem hora e momento. Continuar com o abuso e o desrespeito à Constituição nós não podemos mais aceitar. O Senado tem o direito tanto de aprovar quanto de retirar um ministro, e vamos exercer esse direito se houver necessidade”, afirmou.

Por fim, o pré-candidato defendeu que eventuais processos de impeachment contra ministros do STF devem ocorrer apenas quando houver fundamento jurídico. “Ninguém quer fazer impeachment por fazer. Ninguém será cassado por prazer. Se houver impeachment, será por merecimento de quem estiver ocupando o cargo”, concluiu.

 

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