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Chapada dos Guimarães recebe ação para reforçar segurança e retirar cabos de telecomunicações irregulares

Ação conjunta na região central da cidade vai retirar cabos clandestinos, reduzindo riscos à população e garantindo mais segurança urbana

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Cabos soltos, fios clandestinos e estruturas irregulares instaladas nos postes estão no foco da Operação Telefone Sem Fio, que chega a Chapada dos Guimarães nesta segunda-feira (1º). A ação será realizada na região central da cidade, nas proximidades da praça central e da Avenida Fernando Corrêa, com o objetivo de reforçar a segurança da população, organizar a rede aérea e combater ocupações irregulares nos postes.

Além do impacto visual causado pelo excesso de fios, a ocupação irregular dos postes representa riscos importantes para a população. Cabos clandestinos e instalações fora do padrão podem provocar acidentes, incêndios, interrupções no fornecimento de energia e até comprometer os serviços de telecomunicações.

Em Mato Grosso, a Operação Telefone Sem Fio apresenta resultados expressivos. Mais de 18 mil postes foram regularizados em diversas cidades do estado, com aproximadamente 319 quilômetros de cabos retirados e mais de 22 toneladas de fios removidos. Também já foram realizadas 12 operações conjuntas com o poder público e emitidas 144 notificações para empresas de telecomunicações.

Segundo o supervisor da Energisa Mato Grosso, Leonardo Lira, a ação em Chapada dos Guimarães tem papel estratégico por envolver uma área com grande circulação de pessoas e forte atividade turística.

“Essa operação é fundamental para organizar a ocupação dos postes, eliminar cabos clandestinos e reduzir riscos à população. Chapada dos Guimarães recebe muitos visitantes e precisa de uma infraestrutura segura, organizada e em conformidade com as normas técnicas. Estamos atuando em parceria com a prefeitura e demais órgãos para garantir mais segurança e qualidade para todos”, afirma Leonardo Lira.

A população também pode colaborar denunciando fios caídos, cabos irregulares ou situações de risco pelos canais oficiais de atendimento da Energisa.

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