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Jayme minimiza esvaziamento do União em MT, critica Mauro e cobra reação da cúpula nacional

Ele disse que a legenda já tem chapas estruturadas para deputado federal e estadual, inclusive com nomes de reserva articulados por ele, que também se coloca como pré-candidato ao Governo do Estado
SENADOR JAYME CAMPOS | FOTO: REPRODUÇÃO

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O senador Jayme Campos, do União Brasil, afirmou que não teme um eventual esvaziamento do partido em Mato Grosso, apesar da saída e da movimentação de lideranças da sigla. Em entrevista à Rádio Cultura FM, na segunda-feira (30), ele disse que a legenda já tem chapas estruturadas para deputado federal e estadual, inclusive com nomes de reserva articulados por ele, que também se coloca como pré-candidato ao Governo do Estado.

Mesmo ao defender a capacidade de organização do partido, Jayme fez críticas diretas à condução do União Brasil em Mato Grosso pelo governador Mauro Mendes. Segundo o senador, falta articulação interna, diálogo com lideranças e capacidade de fortalecimento partidário no estado.

Na entrevista, Jayme relatou que levou a insatisfação à direção nacional da sigla, em conversas com o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. De acordo com ele, o partido no estado vem sendo enfraquecido pela ausência de reuniões efetivas e pela forma como a estrutura interna tem sido conduzida.

O senador também reclamou da falta de esforço para filiar ao União Brasil secretários ligados ao governo estadual que deixaram os cargos recentemente. Na avaliação dele, nomes como Alan Porto, Coronel Roveri, Gilberto Figueiredo e Doutor Leonardo poderiam ter sido atraídos para reforçar a legenda, mas isso não ocorreu.

Jayme ainda apontou perdas que considera estratégicas para o partido em Mato Grosso. Segundo ele, o deputado federal Coronel Assis já está alinhado ao PL, enquanto Fábio Garcia foi citado em movimentações políticas ligadas ao Podemos, cenário que, na visão do senador, enfraquece ainda mais o União no estado.

Ao comentar o quadro interno, o parlamentar afirmou que o partido não pode servir apenas como instrumento cartorial para registro de candidaturas. Também disse que, se tivesse sido avisado antes sobre a condução adotada, poderia ter tomado outra decisão em relação à permanência na legenda.

Jayme acrescentou que Antônio Rueda reagiu com surpresa às informações levadas por ele e classificou como inadequada a forma como o processo político vem sendo tocado em Mato Grosso. Para o senador, a dificuldade atual mostra falta de planejamento e de articulação para atrair novos quadros ao partido.

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