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Delegado pede prisão de empresário por suposta participação em execução

Além da prisão para Padilha, o delegado pediu a conversão da prisão em flagrante de Wéverton César de Brito, 19 anos, que foi detido pela Polícia Militar
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O delegado Rogério Gomes Rocha apresentou um pedido de prisão preventiva contra o empresário Ezequiel Padilha de Souza Ferreira, 29 anos, que é suspeito de ter envolvimento na morte do assessor parlamentar Sérgio Barbieri, 73 anos. O idoso foi assassinado com vários tiros, na cidade de Poconé  (100 km de Cuiabá).

Na solicitação, a autoridade policial destacou a gravidade dos crimes cometidos, que incluem roubo seguido de morte, ocultação de cadáver, associação criminosa e corrupção de menores. O empresário nega qualquer participação no delito contra o servidor da Assembleia Legislativa (ALMT).

Além da prisão para Padilha, o delegado pediu a conversão da prisão em flagrante de Wéverton César de Brito, 19 anos, que foi detido pela Polícia Militar. O suspeito será submetido à audiência de custódia, nesta segunda-feira (29). Além dele, outros dois adolescentes foram apreendidos.

“Ademais os fatos são graves, a materialidade está comprovada, há indícios suficientes de autoria e as circunstâncias evidenciam que o autuado Wéverton César de Brito agiu juntamente com o comparsa Ezequiel Padilha de Souza Ferreira, o qual possui extensa ficha policial, inclusive por crimes graves, tais como sequestro e tortura”, diz trecho do documento que a reportagem teve acesso”, diz trecho da solicitação.

Na representação, o delegado explicou que Wéverton e Padilha foram “delatados” pelos adolescentes apreendidos. “(Os adolescentes) afirmaram categoricamente que os representados foram os responsáveis diretos pelos disparos de arma de fogo que ceifaram a vida da vítima durante o roubo”, diz outra parte do pedido.

Empresário nega crime

Padilha, por meio de suas redes sociais, negou ter envolvimento na morte. De acordo com o empresário, ele, no dia do crime, estava em um sítio com amigos e familiares que fica em outra localidade.

“Não tem nada a ver comigo. Eu já conversei com advogado e isso é tudo mentira. Eu estou no meu sítio de boa”, completou.

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