Por Esportes & Notícias
Luiz Antônio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), esteve na manhã desta segunda-feira (18), no Palácio Paiaguás para apresentar ao governador Mauro Mendes (União), um estudo sobre a agricultura familiar nos 14 municípios da Baixada Cuiabana.
Há seis meses, um convênio entre a Empaer, Embrapa Territorial, Embrapa de Campinas e a Fundação André e Lúcia Maggi iniciou estudos e diagnósticos abrangentes sobre a região, financiados pela Fundação.
Esse estudo abrangeu 14 municípios e 140 famílias, proporcionando um diagnóstico preciso. Agora, o governo, em parceria com a Secretaria da Agricultura de Mato Grosso e a Empaer, planeja avaliar e implementar políticas públicas a partir do próximo ano. O trabalho destaca a necessidade de ações a longo prazo, incluindo o reflorestamento de áreas do Pantanal.
“Não é um trabalho de curto prazo, é um trabalho de longo prazo e um dos méritos desse trabalho será também apontar, já apontou a necessidade de reflorestamento de algumas regiões do Pantanal que aí vamos fazer por grupos, estabelecer grupos em determinadas microregiões para saber que tipo de espécie nativa ou espécies aderentes que a gente pode fazer para ter os desdobramentos. Para permitir que as famílias que estão a muitos, secularmente, que os pantaneiros são seculares. São coisas de 200, 300 anos aí, então ver o que a gente pode fazer para essas famílias e uma coisa que nos assustou muito que o setor da agricultura familiar na Baixada Cuiabana está muito envelhecido, ou seja, a juventude praticamente saiu de lá e a gente precisa fazer com que volta e para que volta tem que ter coisas atrativas”, disse Pagot ao Esportes & Notícias.
O governo e várias entidades, como Ampa, Aprosoja, Famato e empresas como SLC, Grupo Piveta, Bom Futuro e Amagi, estão unindo esforços para reverter essa tendência.
Quanto aos investimentos necessários, as informações estão disponíveis, mas serão divulgadas oficialmente pelo governo. No contexto logístico, a possível extensão da BR-163 até a saída de Mato Grosso é cogitada para proporcionar suporte em todo o Estado.

















