A vereadora Edna Sampaio (PT) é suspeita de implantar um esquema de “rachadinha” – em que o político exige que seus servidores repassem a ela parte do salário ou verbas recebidas – em seu gabinete na Câmara de Cuiabá.
De acordo com a reportagem publicada nesta quarta-feira (03), pelo site RDNews, a parlamentar teria recebido pelo menos R$ 20 mil de Verba Indenizatória (VI) que seriam de direito de sua então chefe de Gabinete Laura Natasha Oliveira Abreu.
Vale lembrar que Laura foi exonerada estando grávida – o que levou a Câmara Municipal a indenizá-la em R$ 70 mil.
Segundo a denúncia, a servidora ganhava R$ 7 mil de salário e mais R$ 5 mil de VI. Mas essa verba indenizatória dos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2022, no valor de R$ 20 mil, foram parar na conta bancária de Edna.
A reportagem ainda mostrou trechos de conversas nas quais o marido da vereadora, Willian Sampaio, ex-superintendente do Incra-MT e ex-presidente regional do PT, agia como espécie de cobrador da VI.
Outro lado
Em resposta as acusações, Edna fez uma live em seu perfil no Instagram, negando as acusações.
“Fomos surpreendidos com essa notícia, com extrato da ex-servidora que estaria denunciando a prática de rachadinha. É preciso deixar claro que a verba indenizatória não faz parte do salário de vereador e da chefe de gabinete”, disse a vereadora.
“Quero que vocês nos ajudem a divulgar esse vídeo para restabelecer a verdade. A mentira, a fake News, passou a ser um instrumento da política para atacar aqueles que incomodam. (…) Por razões políticas estão atacando a atuação e honra da vereadora Edna Sampaio”, completou.
















