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Wellington descarta recuo e afirma que PL já definiu sua candidatura ao Governo de MT

Senador diz que partido tem projeto fechado para 2026 e minimiza possibilidade de divisão no campo da direita
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O senador Wellington Fagundes (PL) afirmou que sua candidatura ao Governo de Mato Grosso já está definida pelo partido e negou qualquer possibilidade de abrir mão da disputa em favor do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). A declaração foi dada na noite desta quinta-feira (19), durante entrevista ao programa Roda de Entrevista, da TV Cultura Cuiabá.

“Hoje, o PL é o maior partido do Brasil e de Mato Grosso e é importante que tenhamos um candidato a governador. O PL já tem definido: vamos apoiar o Flávio Bolsonaro como principal projeto a presidência da República, bem como a minha eleição para governador e o José Medeiros que é nosso candidato ao Senado”, disse o senador.

Wellington também comentou sobre o encontro que terá com o ex-presidente Jair Bolsonaro, marcado para 7 de março, em Brasília, quando devem tratar do cenário eleitoral em Mato Grosso. Questionado se Bolsonaro poderia pedir que ele compusesse como vice em eventual chapa liderada por Pivetta, respondeu de forma direta: “Ele não vai fazê-lo”.

Segundo o senador, sua relação histórica com Bolsonaro no Congresso reforça o alinhamento político.

“Nós estamos definidos. Nós somos pré-candidatos com autorização do partido nacional. Nós temos certeza que o PL iniciará a campanha unidos em um projeto: fazer com que Flávio tenha a maior votação proporcional do Brasil e claro fazer com que o PL seja forte em Mato Grosso. Qualquer conjectura nesse momento é natural. Mas claro, temos que convergir e estarmos todos juntos em um projeto que já coloquei aqui”, disse.

Sobre a possibilidade de divisão do eleitorado conservador, Wellington minimizou o impacto e disse não temer a disputa.

“[A disputa] é natural: vamos ao embate. Quanto mais candidato é melhor pro eleitor, que terá mais oportunidade de discutir e ouvir. Eu acho ótimo que tenham muitos candidatos. […] Se ele [Pivetta] quer se colocar como direita…”, declarou.

“Mas, verdadeiramente, quem se coloca como direita hoje é o PL. Partido em que está filiado o presidente Bolsonaro, e teremos o candidato Flávio Bolsonaro, e assim outros tantos. Em Mato Grosso a direita definiu um projeto com o presidente Bolsonaro e tivemos sucesso em tudo. Porque Mato Grosso é um estado conservador”, completou.

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