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Servidora acusa coordenador da Prefeitura de Rondonópolis de assédio sexual e moral

Os fatos teriam ocorrido no prédio da prefeitura

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Uma servidora da Prefeitura de Rondonópolis (215 km de Cuiabá) registrou um boletim de ocorrência acusando o coordenador de setor do Executivo municipal, identificado apenas como A.S.L. Ela o acusa de ter tocado as suas nádegas e de ter a atacado por trás para ver a sua calcinha. Os fatos teriam ocorrido no prédio municipal.

A denúncia foi feita em 16 de outubro. Segundo a vítima, o assédio teve início com comentários inadequados por parte do acusado. Ela descreveu como seu superior fazia brincadeiras de caráter sexual, comentando sobre sua aparência e insinuando relações íntimas com a servidora.

O acusado teria dito: “Ei, loira, se eu tivesse uma loira dessas, eu não ia trabalhar, ficaria em casa fazendo sexo”. Inicialmente, a servidora alega que ignorou os comentários desrespeitosos.

Contudo, a servidora relatou que a situação piorou significativamente nos últimos três meses. Ela detalhou que o coordenador começou a se dirigir a ela com as mãos na genitália, além de insinuações de natureza sexual. O acusado teria chegado ao ponto de afirmar que havia sonhado com a vítima fazendo sexo oral nele.

De acordo com o relato da servidora, o homem chegou a dizer que a comunicante tinha uma “boca gostosa para fazer aquilo”. Ela ainda afirmou que o acusado a tocava de maneira inadequada na região das nádegas toda vez que ela chegava para trabalhar.

Assédio na sede do Executivo

Outro episódio mencionado pela servidora ocorreu em 1º de setembro, quando ela chegou para trabalhar e se dirigiu a uma sala. O coordenador a acompanhou e fez um comentário inapropriado sobre sua aparência, afirmando que a comunicante estava “com um vestidinho, toda gostosa”.

Quando a servidora tentou sair da sala, o acusado a abordou por trás e levantou seu vestido para ver a calcinha. A intervenção de uma colega de trabalho teria interrompido o assédio, fazendo com que o coordenador alegasse que estava apenas “brincando”.

A servidora, como resultado das ações do coordenador, afirmou que precisou tirar alguns dias de licença médica. O caso está sob investigação da Polícia Civil de Rondonópolis.

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