A Polícia Civil de Mato Grosso registrou aumento nas ações de combate às facções criminosas e crimes especializados nos quatro primeiros meses de 2026. Entre janeiro e abril, as delegacias e gerências ligadas à Diretoria de Atividades Especiais (DAE) prenderam 812 pessoas durante investigações em todo o Estado.
No mesmo período, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 7,2 bilhões relacionados a investigações conduzidas pela Polícia Civil. Em 2025, no mesmo intervalo, o valor bloqueado havia sido de aproximadamente R$ 8,4 milhões.
Segundo a corporação, o resultado é atribuído ao fortalecimento das ações de inteligência, integração entre unidades especializadas e utilização de recursos tecnológicos nas investigações.
As equipes da DAE também deflagraram 64 operações, cumpriram mais de 2,4 mil ordens de serviço, instauraram 614 inquéritos e concluíram 876 procedimentos policiais entre janeiro e abril deste ano.
Outro dado que apresentou crescimento foi a apreensão de veículos ligados a atividades criminosas. Em 2026, foram apreendidos 64 automóveis, contra 16 registrados no mesmo período do ano passado.
As apreensões de dinheiro em espécie também aumentaram, passando de cerca de R$ 747 mil em 2025 para aproximadamente R$ 993 mil neste ano.
Nas ações voltadas ao combate de crimes ambientais, a Polícia Civil apreendeu 1,1 tonelada de pescado irregular, 40 metros cúbicos de madeira extraída ilegalmente, sete máquinas utilizadas em atividades ilícitas, três caminhões e inutilizou cinco balsas usadas em garimpo ilegal.
Conforme a instituição, as investigações tiveram foco no combate ao tráfico de drogas, facções criminosas, crimes ambientais, crimes fazendários, corrupção, delitos informáticos e localização de foragidos da Justiça.
Integram a Diretoria de Atividades Especiais unidades como a GCCO, Gepol, Draco, Deccor, Defaz, Dema, Delegacia de Narcóticos e Delegacia de Crimes Informáticos.
















