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Mendes defende morte de assassino de sargento caso ele reaja e dá ordem de repressão rigorosa

Em resposta às críticas sobre a falta de ação das entidades de defesa dos direitos humanos e outras organizações, Mendes foi categórico e afirmou que ninguém o procurou

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Por Esportes & Notícias

O governador Mauro Mendes (União) reforçou, nesta quarta-feira (29), que os órgãos de Segurança Pública estão em operações contínuas para localizar o assassino do sargento Polícia Militar Odenil Alves Pedroso, 46 anos, que foi morto com um tiro na cabeça, na terça-feira (29), em Cuiabá. Com um tom mais forte contra o crime, o chefe do Executivo não pestanejou ao afirmar que caso o criminoso resista à ação policial terá o mesmo tratamento que deu ao militar.

Até o momento, o assassino do sargento não foi localizado. Nesta quarta-feira (29), Mendes convocou os chefes da Segurança Pública para uma reunião de emergência e determinou forte repressão ao assassino e os possíveis partícipes.

“A minha ordem foi muito clara para os comandantes da Polícia Militar, secretário de Segurança, Polícia Civil. Investigue, identifique e prenda. E se houver resistência na prisão, que dê a ele o mesmo tratamento que ele deu ao nosso policial militar,” declarou o governador.

O corpo do militar é velado na Capela Jardin, localizada no bairro Bandeirantes, em Cuiabá, nesta quarta. O sepultamento está marcado às 9 horas desta quinta-feira (30), no Cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá. Durante entrevista coletiva, Mendes voltou a pedir leis mais duras no Brasil para impedir o crescimento do crime.

“Eles [faccionados] perderam o medo, respeito as instituições e já disse muitas vezes gente: o bandido está perdendo o medo do estado, da polícia, da lei e não liga de ser preso e ostenta a tornozeleira. Isso é culpa de uma lei frouxa, de um tratamento equivocado que a sociedade, que as leis brasileiras tão dando aos bandidos nesse país,” afirmou Mendes.

Mauro ainda destacou a necessidade de uma mudança legislativa urgente, apontando que o Congresso Nacional precisa acordar para a realidade do aumento da criminalidade e tomar medidas efetivas.

“Então, enquanto o Congresso Nacional não acordar pra isso, tem muita gente lá que se preocupa em proteger o bandido. Ninguém se preocupa com a vítima. Cadê os direitos humanos gritando pela morte desse policial? Pela morte de tantas pessoas que são assassinadas pelo crime organizado no dia a dia?” questionou.

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