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Mauro descarta afastar secretário e diz que não é papel do Estado cuidar da conta dos servidores

Mauro deixou claro que, enquanto não houver provas de conivência por parte do secretário Basílio, ele segue no cargo

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O governador Mauro Mendes (União) reagiu com firmeza às cobranças de deputados estaduais que pedem o afastamento do secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, por conta do escândalo envolvendo empréstimos consignados de servidores públicos estaduais. O governador classificou a pressão como “conversa fiada” e deixou claro que, na sua visão, o problema não é responsabilidade do Estado.

“Quer dizer então que o servidor não tem que cuidar da própria conta? O Estado é que tem que tomar conta dos empréstimos dos outros, de 10 mil, 20 mil, com juros ou sem juros? Isso não é papel nem do Estado, nem do secretário Basílio”, disparou o governador neste sábado (31).

Segundo a denúncia, servidores estavam sendo lesados, com empréstimos feitos sem autorização, além de limites de comprometimento de salário extrapolados — fatos que já haviam sido levados à Seplag, segundo os deputados.

Diante da repercussão, o próprio Basílio determinou, na última quarta-feira (28), a suspensão temporária de todos os descontos relacionados a empréstimos consignados na folha dos servidores. A medida vale até que a força-tarefa criada pelo governo conclua uma análise detalhada dos contratos, especialmente da empresa Capital Consig, no centro do escândalo.

Mauro deixou claro que, enquanto não houver provas de conivência por parte do secretário Basílio, ele segue no cargo.

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