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Júlio não se sente derrotado: “Como deputado, elegi 10 prefeitos e mais de 60 vereadores”

Júlio disse que família Campos não foi a grande derrotada nas eleições municipais deste ano, utilizando a mesma frase de seu irmão
DEPUTADO JÚLIO CAMPOS | FOTO: GILBERTO LEITE DE OLIVEIRA/ALMT

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O deputado estadual Júlio Campos (União) afirmou que sua família não foi a grande derrotada nas eleições municipais deste ano, utilizando a mesma frase de seu irmão, o senador Jayme Campos, para reforçar sua posição. Júlio destacou que nenhum membro da família Campos foi candidato, e por isso, não há motivos para se sentir perdedor, mesmo com a derrota de seu aliado, Kalil Baracat (MDB), na reeleição em Várzea Grande.

“Não existe, qual Campos? Não fui candidato, não foi Jayme, não foi Lucimar, nós não disputamos eleição majoritária em lugar nenhum de Mato Grosso, me sinto vitorioso. Candidatos que não são do meu partido, que apoiei em municípios do interior, foram vitoriosos. Eu, um simples deputado, elegi 10 prefeitos e mais de 60 vereadores”, comentou Júlio.

Jayme Campos usou o mesmo argumento para demonstrar que sua família não perdeu força em Várzea Grande com a derrota de Kalil. Júlio acrescentou que o MDB é um partido aliado ao grupo político que sustenta o governo de Mauro Mendes (União), e por isso, não acredita que a derrota impacte seu eleitorado.

“Família Campos sempre foi sucesso, não fomos candidatos, nós apoiamos o Kalil Baracat, que é do MDB, um partido aliado a nós, não só a nível municipal, mas também a nível estadual, aqui do Governo do Estado. O MDB faz parte do Governo de Mauro Mendes, então quer dizer, poderemos ter mudança daqui a dois anos em Mato Grosso”, afirmou Júlio.

Ele ressaltou a força do grupo político ao qual pertence, mencionando que lançaram 93 candidatos e elegeram 60 prefeitos e mais de 300 vereadores. “O nosso grupo é muito forte, lançamos 93 candidatos e elegemos 60 prefeitos e mais de 300 vereadores, um partido bem consolidado, mas nada impede que daqui a dois anos, nós percamos o Governo do Estado, ser derrotado, mudar, quer dizer, isso faz parte da democracia”, concluiu.

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