O juiz da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Jean Garcia de Freitas Bezerra, determinou que o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) explique o motivo de não ter denunciado o vereador Paulo Henrique (MDB), no pedido de abertura de ação penal desdobrada das investigações da Operação Ragnatela, da Polícia Federal.
As investigações apontam que o Comando Vermelho lavava dinheiro por meio de casa de shows. Neste contexto, o vereador Paulo Henrique aparece no inquérito da Polícia Federal como uma espécie de lobista que agia na Prefeitura de Cuiabá para liberar alvarás em favor das casas de shows.
Na mesma decisão, o magistrado tornou réu 14 denunciados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa.
As investigações identificaram que os criminosos participavam da gestão das casas noturnas e, com isso, o grupo passou a realizar shows de cantores nacionalmente conhecidos, custeados pela facção criminosa em conjunto com um grupo de promoters.




















