Por Esportes & Notícias
O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, negou qualquer visita em uma área na região do Cinturão Verde em Cuiabá, para que o Estado adquira e aloque os invasores do Brasil 21, na capital.
Durante manifesto dos moradores que foram obrigados a sair da área particular, o governo chegou a cogitar a compra de uma área no Cinturão Verde, que fica próxima ao bairro Pedra 90.
No entanto, nesta quinta-feira (21), Garcia citou o Ser Família Habitação, que está em andamento.
“O governo tem um programa habitacional em curso, e esse programa habitacional inclui a utilização de áreas públicas. Estamos buscando áreas públicas para contemplar o programa habitacional existente no governo”, declarou.
Questionado sobre a relação específica com famílias desocupadas, Garcia afirmou categoricamente que não tem nenhuma relação específica com essas famílias.
“A legislação não permite dar preferência a alguém que invadiu uma área e foi desocupado. A legislação protege a todos os brasileiros da mesma forma”, explicou Fábio.
O secretário enfatizou que o critério para contemplação no programa habitacional é claro nas prioridades.
“É para aqueles que obedecem os critérios, aqueles que têm cadastro, aqueles que estão em situação de vulnerabilidade, dentro dos critérios previstos pela legalização e pelo programa habitacional do governo, serão contemplados”, detalhou.
Garcia encerrou ressaltando que o trabalho é contínuo e não visa atender a demandas específicas de pessoas desocupadas por invasões.
“É um trabalho que existe no estado para beneficiar aqueles que se cadastraram e cumpriram os critérios dentro da ordem cronológica estabelecida”, concluiu.
















