O deputado estadual Faissal Calil (PL) quebrou o silêncio sobre as suspeitas da Operação Gemini, deflagrada pela Polícia Federal, na semana passada. O parlamentar contestou a narrativa de que seria um “operador” de sentenças judiciais no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e afirmou que sua inclusão no inquérito se baseia em interpretações fora de contexto de sua atuação profissional.
A Operação Gemini investiga um suposto esquema de venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro na Corte estadual. O principal alvo é o desembargador Dirceu dos Santos, que foi formalmente afastado do cargo. No âmbito político, Faissal virou alvo de mandados de busca e apreensão e teve seus sigilos bancário e telefônico quebrados. A PF suspeita que ele atuasse como operador financeiro e articulador do magistrado.
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