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Fávaro minimiza atritos do passado e elogia legado de Pedro Taques

Ministro afirma que diferenças antigas não impedem alianças políticas e destaca que articulações para 2026 dependem de estratégias partidárias

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD), indicou que eventuais divergências políticas do passado com o ex-governador de Mato Grosso Pedro Taques (PSB) não representam impedimento para futuras alianças no cenário eleitoral. O ministro ainda destacou que mantém respeito pela trajetória política do ex-governador.

“Quando há reconciliação é porque houve divergência ou ruptura pessoal. E não existe isso. Eu tenho um grande respeito pelo ex-governador Pedro Taques e admiração até pela sua história e pelo seu legado”, afirmou o ministro.

Nos bastidores, o nome de Pedro Taques tem sido mencionado em debates dentro do grupo político ligado à federação partidária que apoia o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Apesar do rompimento político ocorrido em 2018, quando Fávaro deixou o cargo de vice-governador e passou a criticar a gestão de Taques, o ministro evitou tratar o atual momento como uma reconciliação formal. Segundo ele, a formação de alianças eleitorais envolve decisões mais amplas das legendas.

“A construção de chapas partidárias vai além das relações pessoais. São estratégias montadas pelos partidos e federações e definidas nas convenções”, ressaltou.

Fávaro também disse que ainda não há definição sobre quem poderia compor uma eventual chapa ao Senado ao seu lado. Ele revelou ter uma preferência pessoal, já debatida com algumas entidades, mas afirmou que o anúncio deverá ocorrer apenas em momento mais próximo das convenções partidárias.

Questionado sobre quem poderia assumir o Ministério da Agricultura após sua saída, o ministro afirmou que a escolha cabe exclusivamente ao presidente da República.

“A indicação é do presidente Lula e ele tem a prerrogativa dada pelos brasileiros da eleição”, afirmou. Questionado se teria algum nome de preferência para a função, o ministro reforçou que dará suporte à escolha do Palácio do Planalto. “Eu apoio quem ele escolher e vou dar todo o suporte”, concluiu.

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