Idirley Alves Pacheco, de 38 anos, autor confesso do assassinato do ex-jogador da Seleção Brasileira de Vôlei, Everton Pereira Fagundes da Conceição, o “Boi”, de 46 anos, deixou a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na manhã desta segunda-feira (14) em silêncio e sem falar com a imprensa.
Após prestar depoimento, o empresário foi conduzido ao Fórum de Cuiabá, onde passou por audiência de custódia. Na decisão, a Justiça determinou que ele seja encaminhado para uma unidade prisional da capital, onde permanecerá à disposição durante o período da prisão temporária, inicialmente fixada em 30 dias.
O crime, ocorrido na última sexta-feira (11), Everton foi executado com três tiros enquanto dirigia uma caminhonete Amarok, na região do Parque das Águas. Baleado, ele perdeu o controle do veículo e colidiu com outro carro.
Durante o depoimento, a defesa de Idirley negou que o crime tenha sido motivado por ciúmes. Segundo o advogado Rodrigo Pouso Miranda, o empresário agiu em meio a uma suposta desavença sobre a partilha de bens e alegou que a arma usada no crime pertencia à própria vítima.
A Polícia Civil, por outro lado, reforça a suspeita de homicídio premeditado, motivado por ciúmes. A ex-esposa do empresário é uma das principais testemunhas e confirmou ter presenciado parte do ataque.
As investigações seguem em andamento pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).



















