Por: Esportes & Noticias
Depois de uma sessão tumultuada, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMT) acolheu o recurso da defesa de Giovani Zem, genro do bicheiro João Arcanjo Ribeiro, revogou a prisão preventiva e impôs medidas cautelares ao preso.
Zem é acusado de ser uma das lideranças do grupo Colibri, fundado por Arcanjo, e que atuava no jogo do bicho em Cuiabá, Rio de Janeiro e São Paulo. Ele também responde por lavagem de dinheiro por meio dos jogos de azar.
Giovani seria responsável pela empresa enquanto Arcanjo estava preso, pro outros crime. Genro e sogro foram detidos em maio, durante a Operação Mantus, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que investiga também a empresa ELLO FMF, do delator Frederico Muller Coutinho, que atua no mesmo ramo da Colibri e são concorrentes declaradas.
Durante a sessão houve confusão quanto ao pedido de extensão do Habeas Corpus de Zem aos demais membros da Colibri. A extensão prevê que a decisão dada a um dos mentos, liderança, pode se estender para os subordinados, mas isso não ocorreu. Apenas um dos desembargadores votou para o relaxamento da prisão dos réus, e outros dois quiseram a manutenção da prisão preventiva.

















