O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Eduardo Botelho (União), disse que não possui padrinho político e que ninguém está imune de receber críticas suas, seja quem for. Ele concorda que é bastante polêmico e pontua que isto não vai mudar. Além disto, garante que está bem dentro do União Brasil e que o convite feito pelo PSD para que ele migre para lá, para disputar a prefeitura de Cuiabá, foi apenas uma sinalização de “portas abertas”.
“Eu sou polêmico e vou continuar, não adianta. Eu sou um deputado muito independente. Quem me elegeu foi Deus e o povo, eu não tenho padrinho político. Se eu tiver que falar contra o governador, contra o prefeito de Cuiabá, contra o de Várzea Grande, Jayme, quem for”, disse Botelho em entrevista ao Tribuna, da Vila Real FM.
Ainda segundo Botelho, todos são companheiros e aliados, mas “quando precisar fazer criticas eu faço”. Ele fez questão de amenizar os ruídos na relação com seus correligionários, especialmente o governador Mauro Mendes.
Sobre o convite do PSD, feito a Botelho e os irmãos Jayme e Júlio Campos, disse que foi apenas uma sinalização de portas abertas. “Convite chegou, mas tipo assim no sentido de que as portas do partido estão abertas. Convite desse tipo. Mas estou muito tranquilo, bem acomodado no União”.
Botelho não escondeu e já externou diversas vezes que pretende ser o próximo prefeito de Cuiabá. Porém, ele tem sofrido resistência dentro do União Brasil, principalmente do governador Mauro Mendes (União).

















