Por Esportes e Notícias
A pandemia do Coronavírus está afetando uma das mais antigas profissões do planeta terra: a prostituição. O medo de pegar o vírus, que é considerado quase mortal para idosos acima de 60 anos e decretos de governos e prefeitos país a fora que determinou o fechamento do comércio, assim como bares e similares, atingindo neste quesito as boates e “inferninhos”, reduziu a praticamente zero a circulação de pessoas nas chamadas “zonas boêmias” e motéis.
Em Cuiabá e Várzea Grande é fácil perceber que o movimento caiu drasticamente nos principais pontos de comercialização do sexo – tanto feminino como masculino. O conhecido Km Zero, em Várzea Grande e seus prostíbulos estão sendo obrigados a fechar mais cedo por conta do decreto contra o coronavírus. Na tradicional praça do Porto, em Cuiabá, onde funciona a prostituição durante 24 horas, o movimento também caiu.
A situação chega a preocupar donos de bares, pequenos hotéis, motéis, cafetões e as profissionais do sexo que não veem a hora do fim do isolamento da população.
“Muitas prostitutas vivem próximas dos pontos de prostituição e tentam se manter como podem. Tem gente que não têm dinheiro nem para comer mais”, disse uma prostituta, que não gosta do termo preferindo ser chamada de “garota de programa”. Ela conta que muitas “meninas” tiveram de voltar para suas casas. Não sabe dizer se o covid-19 afetou as “trabalhadoras”, mas assegura que muitas estão gripadas.
















