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Jayme se apresenta como o nome mais preparado e critica gestão como “balcão de negócios”

Em entrevista, ele destacou o histórico acumulado ao longo da carreira, que inclui mandatos como prefeito de Várzea Grande, governador de Mato Grosso e senador da República

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Na disputa interna do União Brasil para consolidar sua pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso, o senador Jayme Campos afirmou ser o nome mais preparado para comandar o Estado a partir de 2027. Com mais de quatro décadas de trajetória política, ele defendeu a experiência administrativa como requisito essencial para enfrentar os desafios da gestão pública e evitou o que classificou como a transformação do Executivo em um “balcão de negócios”.

Em entrevista, Jayme destacou o histórico acumulado ao longo da carreira, que inclui mandatos como prefeito de Várzea Grande, governador de Mato Grosso e senador da República. Segundo ele, a vivência em diferentes níveis da administração pública o credencia para assumir novamente o Palácio Paiaguás.

“Mato Grosso quer governador sério, comprometido com a coletividade e com o cidadão que acorda cedo para trabalhar. Já fui governador, três vezes prefeito e estou no segundo mandato de senador. Pode até haver candidatos tão preparados quanto eu, mas ninguém é mais preparado do que Jayme Campos para governar o Estado”, afirmou.

Ao projetar o cenário eleitoral para os próximos meses, o senador disse que pretende conduzir uma campanha baseada na apresentação de propostas, sem espaço para ataques pessoais. Para ele, a política deve ser exercida com diálogo e respeito entre adversários.

“Não tenho inimigos na política, tenho adversários. Mantenho uma boa relação com lideranças de diferentes partidos. O que a população espera é uma política de alto nível, voltada para melhorar a vida das pessoas”, declarou.

Jayme também reagiu ao discurso de renovação frequentemente utilizado por concorrentes. Sem citar diretamente nomes, observou que a maioria dos postulantes ao governo possui longa trajetória eleitoral e passagem por cargos públicos. Na avaliação dele, a diferença está no desempenho nas urnas.

“Todos os que pretendem disputar o governo já participaram de várias eleições. Alguns ganharam, outros perderam. Eu tenho a satisfação de dizer que disputei seis eleições e venci as seis”, ressaltou.

Ao tratar das prioridades para Mato Grosso, o senador defendeu que o debate eleitoral se concentre em temas considerados estruturais, como saúde, segurança pública, habitação e políticas sociais. Segundo ele, a população espera soluções concretas para problemas históricos do Estado.

“Ninguém quer assistir a um cabo de guerra político. Mato Grosso precisa de alguém com experiência, com serviços prestados, e não de um modelo que transforme o Estado em uma sociedade anônima ou em um balcão de negócios”, concluiu.

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