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Silval rebateu

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O ex-governador Silval Barbosa rebateu os argumentos da Procuradoria Geral da República (PGR) sobre inadimplência e má-fé no não pagamento de R$ 23,4 milhões do seu acordo de colaboração premiada. Além de refutar as acusações, ele pediu para que a dívida seja parcelada em cinco anos.

A defesa contestou ainda a exigência da PGR em aumentar o valor para R$ 32,667 por conta de juros e “multas indevidas”. Para ele, a PGR insiste erroneamente na tese de “inadimplemento inescusável” e tentativa de “postergar” obrigações, já que o ex-governador jamais se furtou ao pagamento.

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