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PF abre investigação contra agente acusado de intimidar alunos armados em universidade de MT

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A Polícia Federal instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar a conduta do agente Adriano Soares de Lima, acusado de intimidar estudantes dentro da Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá. O policial é pai de um dos alunos investigados pela divulgação da chamada lista das “estupráveis”, que provocou revolta no meio acadêmico.

O caso ganhou repercussão após denúncias de que o agente teria ido armado até o campus universitário para pressionar estudantes que cobravam punição aos envolvidos. A denúncia foi divulgada pelo influenciador e jornalista Guilherme Torrigo Pallesi, que publicou vídeos sobre o episódio nas redes sociais.

Em nota oficial, a Polícia Federal informou que a Corregedoria Regional da corporação em Mato Grosso já apura os fatos e confirmou a abertura do procedimento disciplinar. A instituição afirmou ainda que adotará as medidas cabíveis e reforçou compromisso com a legalidade e a conduta ética de seus servidores.

A polêmica começou após o vazamento de conversas entre estudantes da UFMT sugerindo a criação de um ranking de “alunas mais estupráveis” entre cursos da universidade. O conteúdo gerou forte reação de estudantes e movimentos feministas.

Segundo relatos divulgados nas redes sociais, algumas estudantes teriam abandonado o curso após a exposição do caso. A universidade abriu investigação interna, afastou preventivamente alunos envolvidos e chegou a suspender aulas presenciais diante das denúncias de ameaças no campus.

O Ministério Público de Mato Grosso também instaurou procedimento para apurar possíveis casos de misoginia e violência contra mulheres dentro da instituição.

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