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Policial penal é presa tentando entrar com drogas escondidas em mochila no Ahmenon

A servidora já havia sido presa anteriormente, em julho de 2019

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Uma policial penal identificada como Juliane foi presa na manhã desta sexta-feira (22) após ser flagrada tentando entrar com drogas na Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande.

Segundo informações apuradas, o flagrante ocorreu por volta das 7h, no momento em que a mochila da servidora passou pelo aparelho de raio-X da unidade prisional, localizada no bairro Capão Grande. Durante a inspeção eletrônica, os agentes encontraram porções de entorpecentes escondidas entre os pertences da policial.

Diante da situação, Juliane recebeu voz de prisão e foi encaminhada para a Central de Flagrantes para os procedimentos cabíveis.

Conforme apurado pela reportagem, a servidora já havia sido presa anteriormente, em julho de 2019, acusada de facilitar a entrada de aparelhos celulares na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá.

Na ocasião, segundo boletim de ocorrência, a movimentação suspeita foi percebida após o fechamento do Raio 3, quando a policial teria entrado em um banheiro sem estar escalada para atuar naquele setor.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública, Sistema de Controle de Presídio identificou servidora que tentava entrar com drogas.

O sistema de controle de acesso de servidores e visitantes à Penitenciária Ahmenon, em Várzea Grande, identificou uma servidora que tentava entrar com drogas e aparelhos celulares na unidade, nesta sexta-feira (22). No exato momento em que foi identificada, ela foi encaminhada às autoridades competentes para os procedimentos legais cabíveis.

Para o secretário de Estado de Justiça, delegado Valter Furtado, isso demonstra que o trabalho que está sendo realizado para conter e evitar a entrada de qualquer tipo de produto ilícito atinge todo mundo.

“Estamos trabalhando muito. A maioria dos nossos servidores tem como foco proteger a unidade prisional e fazer cumprir as determinações legais. Nosso esforço é para que nenhum ilícito entre nas unidades, independentemente de quem seja”, ressaltou.

A Corregedoria-Geral da Sejus já foi acionada e acompanha o caso para adoção das medidas administrativas necessárias.

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