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Polícia Civil suspende varredura na Câmara de Várzea Grande após vazamento de operação

Inspeção técnica nos gabinetes dos vereadores foi cancelada depois que informações sobre a diligência vieram à tona; suspeita de escuta clandestina segue sem definição

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Após o vazamento de informações sobre uma possível operação de varredura na Câmara Municipal de Várzea Grande, a Polícia Civil decidiu suspender a ação que seria realizada nos gabinetes dos vereadores. A medida tinha como objetivo identificar eventuais dispositivos de escuta clandestina instalados nas dependências do Legislativo.

De acordo com informações apuradas, peritos avaliaram que a divulgação antecipada da diligência poderia comprometer o trabalho, já que possíveis equipamentos poderiam ser retirados antes da inspeção, esvaziando a eficácia da operação.

Na manhã desta terça-feira, a Mesa Diretora da Câmara chegou a cancelar a sessão ordinária para permitir a realização de uma inspeção técnica no plenário e nos gabinetes. O trabalho seria conduzido pela Gerência de Contrainteligência (GECOI).

A investigação ganhou força após o vereador Bruno Rios, líder da prefeita no Legislativo, registrar um boletim de ocorrência relatando ter encontrado um aparelho suspeito escondido em seu gabinete, supostamente utilizado para monitoramento clandestino.

Diante da situação, o parlamentar solicitou providências da Mesa Diretora e acionou tanto a Polícia Civil quanto o Ministério Público. Segundo a Câmara, a inspeção havia sido oficialmente solicitada pela Secretaria Legislativa de Gestão e Planejamento da Casa.

Com o cancelamento da operação, ainda não há confirmação sobre uma nova data para a realização das diligências. A próxima sessão ordinária da Câmara está prevista para ocorrer no dia 19.

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