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Pivetta diz ter sido tratado com cordialidade por Flávio e evita disputa por espaço

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), minimizou a repercussão de um vídeo em que aparece sendo ignorado durante agenda do pré-candidato à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL), na Norte Show, em Sinop. Em coletiva no Palácio Paiaguás, nesta quinta-feira (23), Pivetta afirmou que não disputa visibilidade e classificou como deselegante a tentativa de “aparecer ao lado” de candidatos.

Segundo ele, não houve desconforto na relação. “Ele me prestigiou, me distinguiu muito. Eu não gosto de concorrer com ninguém para aparecer. Vocês conhecem o meu jeito. Eu acionei o meu ‘jeito vice’. Não vou ficar me acotovelando com pessoas para ficar do lado do candidato. Seria deselegante”, declarou.

Nos bastidores, avaliações políticas indicam que o grupo de Flávio Bolsonaro tem priorizado o senador Wellington Fagundes (PL), que é pré-candidato ao Governo de Mato Grosso. Apesar disso, Pivetta disse não ter ouvido do próprio senador qualquer manifestação direta de apoio ao correligionário.

“Eu conversei com ele e ele foi cordial comigo. Disse que, nesta eleição, em Mato Grosso, vai respeitar a decisão do povo e que receberá apoio de todos os mato-grossenses que quiserem votar nele e eu sou um deles. Não ouvi nenhuma declaração de que vai apoiar o Wellington”, afirmou.

O governador também reforçou o alinhamento com o campo da direita e relembrou a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, houve equilíbrio fiscal durante o período em que Bolsonaro esteve à frente do país. “Nós tivemos responsabilidade nos gastos públicos, mesmo com a pandemia, e repasses aos estados. Houve austeridade e, na minha opinião, um novo conceito de administrar o Brasil”, disse.

Pivetta ainda criticou mudanças recentes na área educacional e elogiou o modelo defendido por aliados do bolsonarismo. “Hoje vemos movimentos querendo extinguir a possibilidade de manter e ampliar as escolas cívico-militares. São muitas diferenças. Vivemos um novo momento político no país”, pontuou.

Por fim, destacou o perfil de gestão adotado em Mato Grosso como exemplo dentro desse campo político. “Nós não só apoiamos o Bolsonaro em 2018 e 2022, como também fizemos um governo com austeridade, responsabilidade fiscal, investimentos e política de invasão zero”, afirmou.

“Tenho boa relação com esse grupo da nova direita. Muito provavelmente faço parte dele. O que construí ao longo da minha trajetória pública demonstra que sou uma direita de resultados”, concluiu.

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