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Flávia diz que retirou radares “inúteis” e defende novos equipamentos em pontos críticos de VG

Segundo ela, os equipamentos retirados estavam em pontos sem utilidade prática e funcionavam como caça-níqueis
Crédito: Renato Ferreira

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou  que os novos Sistemas Automáticos de Fiscalização de Trânsito foram instalados em locais considerados críticos e negou contradição com o discurso adotado no início da gestão, quando anunciou o fim da chamada indústria da multa. Segundo ela, os equipamentos retirados estavam em pontos sem utilidade prática e funcionavam como caça-níqueis.

De acordo com a prefeita, os radares agora colocados atendem demandas concretas do município. Ela disse que parte dos pontos foi definida a partir de solicitações do Ministério Público e outra parte com base em registros de acidentes em vias de grande circulação.

Os novos equipamentos já foram instalados e entram em operação educativa a partir de 22 de abril. Durante 30 dias, os motoristas flagrados acima da velocidade permitida receberão apenas advertências. A aplicação de multas está prevista para começar em maio.

Os radares foram distribuídos em avenidas de tráfego intenso. Três ficam na Avenida da FEB, dois na Avenida João Ponce de Arruda e outros dois na Rodovia Mário Andreazza. Em todos os trechos, o limite de velocidade será de 60 quilômetros por hora.

Flávia também relacionou a instalação dos equipamentos às obras estruturantes em andamento no município. Segundo ela, os radares e os semáforos com botoeira já integram projetos da Secretaria de Estado de Infraestrutura voltados à implantação do BRT, especialmente para atender futuras estações previstas ao longo da FEB e da João Ponce.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, afirmou que a retomada da fiscalização eletrônica foi baseada em estudos técnicos. Ele descartou a adoção de quebra-molas e faixas elevadas como alternativa, sob o argumento de que esse tipo de medida reduziria excessivamente a velocidade dos veículos e poderia provocar congestionamentos nas avenidas.

Com isso, a gestão municipal passa a justificar a nova etapa da fiscalização eletrônica com foco na segurança viária, menos de um ano depois de a prefeita ter simbolizado o fim dos radares com uma marreta em ato público.

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