Reyvan da Silva Carvalho, preso nesta sexta-feira (29) sob suspeita de estuprar e assassinar a Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos, foi conduzido à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar depoimento.
Ao chegar ao local e ser questionado por jornalistas sobre um possível desentendimento com a vítima, o suspeito se limitou a dizer: “eu não tenho nada com ninguém, não” e fez um comentário “vocês querem me f****”.
De acordo com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), a investigação que levou à prisão de Reyvan revelou uma conexão alarmante. O material genético coletado no local do crime de Solange o aponta também como suspeito de outros três estupros ocorridos em Cuiabá, entre 2020 e 2022. Em um desses casos, a vítima não sobreviveu, caracterizando um feminicídio.
As informações sugerem que Reyvan seja um criminoso em série, e as investigações agora buscam detalhar seu envolvimento nesses outros casos. A polícia deve aprofundar os interrogatórios para entender a motivação e a extensão de seus crimes.
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