O juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá aceitou a denúncia contra 13 pessoas acusadas de fazer parte de uma quadrilha que vendia consórcios falsos de automóveis e casas em Cuiabá. Eles foram alvos operação Fake Promises, deflagrada pela Polícia Civil em 26 de janeiro deste ano. Em janeiro deste ano, foram cumpridos mandados de prisão e busca em salas comerciais nos edifícios Palácio do Comércio, Maruanã e Top Tower.
Tornaram se réus Jhon Mayke Teixeira de Souza, Marcelo Roberto Alves da Silva, Penini Bela da Silva Ribeiro, Gabriel Figueiredo e Souza, Anthonyelle Vilma Vitor Moura, Matheus Silva dos Santos, Kaio Tanaka Kanegae, Bruno Henrique Queiroz, Wesley Jesus Fernandes da Costa, Rhaniel Ramos de Castro, Pablo Ricardo Ferreira dos Santos, Vinicios Manoel Moreira Leite e Vinicios Manoel Moreira Leite e Letícia Micaeli Moraes Silva Campos. Jean Garcia de Freitas Bezerra deu dez dias para o grupo responder à acusação.
“Recebo a denúncia oferecida em face da parte denunciada, por satisfazer os requisitos legais, vez que amparada em indícios de autoria e materialidade. Cite-se e intime(m)-se o(s) acusado(s) para apresentar, por meio de representante com capacidade postulatória, resposta à acusação, no prazo de 10 dias”, diz.
As investigações apontaram que o grupo atraía as vítimas por meio de redes sociais anunciando créditos disponíveis.
Contudo, depois que as vítimas assinavam os contratos descobriam se tratar de consórcios de imóveis, veículos, terrenos, entre outros. A investigação apurou ainda que os golpistas afirmavam que os consórcios seriam de empresas dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, porém, a Delegacia de Estelionatos fez contato com as Polícias Civis dos estados e descobriu que não há nenhuma empresa registrada.
Ainda de acordo com a PJC, cartas de crédito eram comercializadas com as vítimas, que nunca chegaram a ter acesso aos recursos.

Operação Fake Promises foi deflagrada em janeiro deste ano.


















