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Bolsonarista de MT que instalou bomba em caminhão é alvo de operação da PF contra atos em Brasília

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A Operação Nero foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (29), pelas polícias Federal e Civil do Distrito Federal, com objetivo de identificar e prender os envolvidos na tentativa de invasão ao Edifício-Sede da PF no dia 12 de dezembro e de praticarem outros atos criminosos na mesma data pela capital federal, como a depredação à 5ª Delegacia de Polícia, além de incêndios criminosos contra veículos e ônibus. Um dos alvos é o bolsonarista Alan Diego Rodrigues, suspeito de ter instalado uma bomba em um caminhão de combustíveis estacionado próximo ao Aeroporto de Brasília no dia 24 de dezembro, segundo a Folha de S. Paulo.

Além de Mato Grosso, os agentes cumprem 32 mandados de busca e apreensão e de prisão em outros sete estados (Rondônia, Pará, Tocantins, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal).

Alan Diego já tinha sido identificado como um dos que teriam participado da tentativa de invasão ao prédio da corporação e realizado incêndios em veículos no dia 12 de dezembro. Ele é procurado, então, por envolvimento nos dois casos.

O primeiro pedido de prisão contra Alan Diego, o que tem a ver com a ação desta manhã, foi feito um dia antes da tentativa de explosão do caminhão.

Os suspeitos teriam tentado invadir a sede da PF com o objetivo de resgatar um homem preso pela instituição no dia 12. Com a tentativa frustrada, eles teriam dado início a uma série de atos de vandalismo pela cidade. As investigações das duas polícias foram encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal.

A investigação teve como objetivo identificar e individualizar as condutas dos suspeitos de depredar bens públicos e particulares, fornecer recursos para os atos criminosos ou, ainda, incitar a prática de vandalismo.

Dentre os crimes estão: dano qualificado, incêndio majorado, associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, cujas penas máximas somadas atingem 34 anos de prisão.

A tentativa de atentado e escalada de violência praticada pelos bolsonaristas inconformados com o resultado das eleições desencadeou uma série de reações. Entre elas, o reforço na segurança do presidente eleito Lula (PT) e da cerimônia para sua posse no domingo (1º).

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