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Vereadora denuncia violência política de gênero e cobra respeito na Câmara de Várzea Grande

Rosy Prado afirma que ataques deixaram de ser políticos e passaram a atingir sua condição de mulher

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A vereadora Rosy Prado utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Várzea Grande, na terça-feira (28), para denunciar que vem sendo alvo de violência política de gênero. Em um discurso emocionado, a parlamentar afirmou que os ataques recentes ultrapassaram o campo das divergências políticas e passaram a atingir diretamente sua condição de mulher.

Segundo ela, as críticas deixaram de focar em sua atuação parlamentar para tentar desqualificar sua imagem e intimidá-la no exercício do mandato. Abalada, Rosy relatou que buscou apoio na fé para enfrentar o momento e reforçou que não pretende recuar diante das pressões.

A manifestação ocorre após a divulgação de uma nota pública, na última quinta-feira (23), em que a vereadora acusa o colega de parlamento Kleberton Feitoza Eustaquio, do PSB, de ter enviado áudios com acusações e ofensas direcionadas a ela e a seus familiares.

Durante o pronunciamento, Rosy exigiu uma postura mais firme da presidência da Casa e respeito por parte dos demais parlamentares.

“Não admito que tentam intimidar, que tentam denegrir a minha imagem, que tentam manchar a minha honra de uma mulher mãe de família, de uma mulher honesta que luta diariamente por uma Várzea Grande que nós merecemos, é isso que eu exijo dessa casa de leis, respeito. Chega”, afirmou em plenário.

Ao final, a vereadora destacou que a violência política de gênero ainda é um obstáculo à participação feminina na política e defendeu um ambiente mais respeitoso. Ela garantiu que seguirá atuando normalmente no mandato e afirmou que pretende levar o caso “até as últimas consequências”, reforçando que não será intimidada.

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