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Secretário alerta para comportamento da população que pode levar ao colapso “num futuro próximo”

Desde dezembro, após as eleições, o número de doentes tem subido consideravelmente e agora as autoridades consideram a segunda onda

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Por Esportes & Notícias

Mato Grosso está numa posição menos incomoda do que muitos estados no que diz respeito a estrutura de atendimento a pacientes covid. A taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está em 68%, com cerca de 100 vagas disponíveis ainda. No entanto, o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, afirma que no que depender do comportamento da população “o colapso está próximo”.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, o secretário vem alertando para os cuidados de higiene e distanciamento social para se evitar a elevação dos casos. Mas o que se vê são bares lotados e vida seguindo “normalmente”. Há quem precise sair de casa e trabalhar, mas há também quem se arrisca nas ruas sem real necessidade.

O estado recebeu pacientes de Rondônia, onde não há mais leitos de UTI para esses pacientes. Diante da situação, o gestor alerta para cuidados a fim de que os mato-grossenses não cheguem ao mesmo patamar.

Questionado sobre o prazo para que o colapso na saúde se instale em solo mato-grossense, o gestor alerta que isso depende do comportamento da população. Desde dezembro, após as eleições, o número de doentes tem subido consideravelmente e agora as autoridades consideram a segunda onda.

“Gostaria de ter prazo para tudo. Prazo para colapso, para quando a covid vai deixar a gente. O prazo depende do comportamento da população. Cada um de nós tem um creditozinho no aumento de número de casos, no aumento de óbitos. Vai ter crédito também quando a gente começar a sair disso, quando houver um decréscimo. Se considerar o comportamento da população, isso está num futuro muito próximo”, declarou o secretário em evento na terça-feira (26).

O estado já recebeu 3 remessas de vacinas contra a covid. O número é suficiente para imunizar 80% dos servidores da saúde, do grupo prioritário, e ainda falta 36 mil doses para a cobertura completa.

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