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Saída da Prefeitura de Cuiabá abre novamente caminho para Amauri assumir Educação no Estado

Embora deixe o cargo para se dedicar à vida política, sem disputar eleição neste ano, o nome de Monge passou a ser cogitado com mais intensidade para assumir a Secretaria de Estado de Educação

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A saída do secretário municipal de Educação de Cuiabá, Amauri Monge, prevista para o fim desta semana, abriu espaço para novas movimentações nos bastidores da política educacional de Mato Grosso. Embora deixe o cargo para se dedicar à vida política, sem disputar eleição neste ano, o nome de Monge passou a ser cogitado com mais intensidade para assumir a Secretaria de Estado de Educação. A possibilidade ganhou força diante da iminente saída do atual titular, Alan Porto, que deve deixar o comando da pasta na sexta-feira para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Com experiência consolidada na área, Amauri Monge construiu uma trajetória marcada pela atuação técnica e administrativa. Antes de assumir a Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá, ele já havia exercido a função de secretário-adjunto de Educação do Estado, período em que participou diretamente da formulação e execução de políticas educacionais em âmbito estadual. Esse histórico o coloca como um nome considerado de perfil técnico e alinhado às demandas do setor educacional, especialmente no que diz respeito à gestão pedagógica e administrativa.

À frente da Educação da Capital, Monge ficou marcado por ações voltadas à reorganização da rede municipal, com foco na retomada de programas pedagógicos e na melhoria da estrutura administrativa da pasta. Sua gestão também priorizou o fortalecimento do diálogo com diretores, professores e equipes técnicas, além da busca por soluções para desafios históricos da rede pública. Nos bastidores, interlocutores avaliam que o trabalho desenvolvido em Cuiabá reforçou sua credibilidade e ampliou sua visibilidade como gestor público com capacidade de atuação em diferentes níveis de governo.

Inicialmente, o vice-governador Otaviano Pivetta — que deve assumir o Governo do Estado a partir da próxima semana — evitou mencionar publicamente o nome de Amauri Monge para o comando da Secretaria de Estado de Educação. A cautela teria sido motivada pela intenção de não criar desconfortos com o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, já que Monge ainda estava à frente da pasta municipal. Agora, com a confirmação de sua saída do cargo na Capital, esse cenário muda e abre caminho para uma possível formalização do convite.

Nos corredores do Palácio Paiaguás, a avaliação é de que Amauri Monge reúne experiência e conhecimento técnico suficientes para dar continuidade às políticas educacionais do Estado e promover uma integração mais eficiente entre as redes municipal e estadual. Caso o convite se confirme, ele assumiria a pasta em um momento estratégico, marcado por transições políticas e pela necessidade de manter a estabilidade administrativa na área da educação, considerada uma das mais sensíveis da gestão pública.

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