CUIABÁ

Primeira-dama anuncia curso avançado de libras no Qualifica Cuiabá

A ação faz parte da terceira edição do Qualifica Cuiabá, programa idealizado pelo Núcleo de Apoio à Primeira-dama ainda em 2018

publicidade

A primeira-dama Márcia Pinheiro participou da certificação de mais de 1.800 alunos, nesta quinta-feira (12), referente aos 33 cursos ofertados pela Prefeitura de Cuiabá e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

A ação faz parte da terceira edição do Qualifica Cuiabá, programa idealizado pelo Núcleo de Apoio à Primeira-dama ainda em 2018.

Durante o evento, foram certificados mais de 114 alunos em Língua Brasileira de Sinais (Libras) básico e intermediário, curso que ensina técnicas para o atendimento e tratamento adequado às pessoas com deficiência auditiva.

A primeira-dama parabenizou o empenho dos alunos nesse importante curso que, além de oportunizar inúmeros postos de trabalhos, como é o objetivo principal do Qualifica Cuiabá, também promove inclusão social.

“Aprender libras é fundamental para o desenvolvimento nos aspectos social e emocional, não só do deficiente auditivo, mas também de todos aqueles que fazem parte de seu convívio. É importante difundir essa comunicação cada vez mais e, a pedido dos alunos, iremos oferecer, já na próxima edição, o curso avançado de libras para todos que fizeram essa primeira etapa”, revelou Márcia.

Além das aulas de libras, outros 32 cursos fizeram parte dessa edição do programa formando mais de 16 turmas em cinco áreas de atuação diferentes: Construção Civil, Tecnologia, Alimentos e Bebidas, Gestão e Empreendedorismo.

O Qualifica Cuiabá tem sido uma das principais ações sociais do município tendo formado, em cinco anos de administração, 5,7 mil pessoas sendo 73% desse público formado por mulheres que buscam a independência financeira e renda familiar.

“Precisamos destacar o papel da mulher que tem sido a maioria nos cursos. Muitas são mães e chefes de famílias que buscam o sustento familiar, mas muitas são mulheres que querem sair do ciclo de violência doméstica. Deixar de ser dependente do marido e se sujeitar a violência verbal, psicológica, física e, no pior dos cenários, até feminicídio”, frisou Márcia.

Compartilhe essa Notícia

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no print
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade