Preso na quinta-feira, ex-adjunto da Casa Civil ganha liberdade na sexta-feira

A liberdade foi concedida pelo Jurandir Florêncio de Castilho Júnior, que determinou fiança de 30 salários mínimos, ou seja, R$ 31.350, além de uso de tornozeleira eletrônica
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Por Esportes & Notícias

Não durou 24 horas a prisão do agora ex-secretário adjunto da Casa Civil, Wanderson de Jesus Nogueira. Preso na noite de quinta-feira pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) por supostamente ter recebido propina de uma empresa, ele foi solto no final da tarde de sexta-feira, mesmo dia em que foi exonerado do cargo por determinação do governador Mauro Mendes (DEM). Sua defesa argumentou que ele faz parte do grupo de risco para a Covid-19.

A liberdade foi concedida pelo Jurandir Florêncio de Castilho Júnior, que determinou fiança de 30 salários mínimos, ou seja, R$ 31.350, além de uso de tornozeleira eletrônica e proibição de acesso aos órgãos do Poder Executivo.

O ex-adjunto foi preso após denúncia anônima de recebimento de propina de uma construtora. Com ele foram encontrados R$ 20 mil em dinheiro, sobre os quais foram dadas respostas evasivas sobre a origem. Ele estava na Casa Civil desde 2019, mas foi exonerado após a prisão.

Em sua decisão, o magistrado afirma que não vê elementos que permitam “supor que, em liberdade, o autuado se furtará à aplicação da lei”. E que sobre os possíveis danos ao erário “se faz necessário também a aplicação da medida cautelar de prestação da fiança”.

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