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Por risco a servidores, sede do Incra é fechada e trabalho segue remoto até mudança de local

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Pelos riscos que apresentam aos servidores e a todos que frequentam a área, a sede da Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) continuará fechada. Sendo assim, os trabalhos – que estavam desde o dia 12 deste mês de forma remota, assim continuarão. Enquanto isto, a direção tenta encontrar uma nova sede para que os serviços voltem a ser ofertados para o público.

Desde 2016 os históricos problemas estruturais nas edificações da sede são acompanhados pelo MPF e MPT, inclusive com visitas e vistorias “in loco”, realizadas pelo Ministério Público do Trabalho pela Defesa Civil de Cuiabá-MT, cujos laudos apontaram eminentes riscos à integridade física das pessoas que por lá circulam.

Com a recomendação para desocupação total e imediata do prédio, todos os servidores foram direcionados para o trabalho remoto, o serviço de atendimento ao público externo de forma presencial foi suspenso, permitindo acesso às dependências da sede apenas para os colaboradores dos serviços de limpeza, manutenção do prédio e dos componentes da gestão da Superintendência, com limite máximo para até 20 pessoas.

Após audiência convocada pelo MPT, com a presença do Ministério Público do Trabalho, Defesa Civil, Procuradoria Federal Especializada e a Superintendência Regional do INCRA/MT, ficou acordado que permanecerá o serviço remoto a todos os servidores, continuará suspenso o atendimento ao público externo de forma presencial e o acesso às dependências da sede da SR(MT) ficará limitado a no máximo 07 pessoas, com controle de acesso rigoroso.

A superintendência continua com atendimento ao público externo por meio eletrônico e diz estar na busca incessante para viabilizar a mudança da sede para um local seguro ao público interno e externo.

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