Política econômica do governo Mauro Mendes vai gerar superávit de R$ 9 bi para Mato Grosso

Rogério Gallo diz que Mato Grosso vai terminar o ano de 2020 com superávit, podendo investir 13% da sua receita corrente líquida. Segundo ele isso é histórico.
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Por Esportes & Notícias

Mato Grosso é um dos poucos estados brasileiros que conseguiu crescer na pandemia do coronavírus. A política econômica comandada pelo governador Mauro Mendes (DEM), que proibiu aumentos salariais no funcionalismo público para conter o déficit, aumento de impostos e profundos cortes nas despesas, aliado ao fim generalizado dos incentivos fiscais e contando com o aumento das exportações, o dólar alto e o auxílio emergencial são fatores preponderantes para que fecha 2020 no azul, ou seja com superávit de aproximadamente R$ 9 bilhões.

Acompanhando o governador Mauro Mendes na inauguração do raio 6 da Penitenciária Central de Cuiabá, o secretário de Fazenda Rogério Gallo mencionou que as medidas adotadas na atual gestão para o alívio no caixa. Ele lembrou que em março com a chegada da pandemia do coronavírus houve uma queda na arrecadação, mas que com as medidas adotas a situação se inverteu a partir de maio, com o aumento do faturamento, principalmente com o alívio das contas dos empresários, postergação do pagamento de impostos, linhas de financiamento, uma parte do setor privado acabou tendo um aumento da atividade econômica

“Em função, sobretudo, do pagamento do auxílio emergencial, nós tivemos injetados em Mato Grosso em quatro meses R$ 2,7 bilhões, isso é um dinheiro novo, que não havia no ano passado, então em decorrência disso houve aumento de arrecadação, o que também foi verificado em outros Estados”, disse o secretário.

O secretário lembrou ainda que decisões solicitadas pelo governador Mauro Mendes nas alterações de políticas tributárias que ocorreram no ano passado, bem como corte de privilégios fiscais, contribuíram para a boa situação financeira do Estado em 2020, que impôs que setores que não recolhiam, praticamente, ICMS, passaram a pagar este ano.

“Também houve aumento das exportações, em função do dólar, as cidades do agronegócio tiveram um descolamento em relação à realidade do país, que praticamente não sentiram os efeitos da pandemia. Essa é uma característica boa de Mato Grosso, que nós produzimos comida e energia, no caso do etanol, então isso favorece que em momentos de crise, o que produzimos, como é bem essencial à vida humana, sentimos menos que os demais Estados”.

Conforme explicou, o Governo de Mato Grosso vai terminar o ano de 2020 com superávit, podendo investir 13% da sua receita corrente líquida. Segundo ele isso é histórico.

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