Motorista do transporte coletivo de Cuiabá cruzam os braços contra salários atrasados

A paralisação está acontecendo nas empresas de Cuiabá e Várzea Grande
Funcionários empresa de ônibus

Por: Esportes & Noticias

Nenhum ônibus das empresas que realizam o transporte coletivo em Cuiabá e Várzea Grande estão em operação nesta segunda-feira (10). Os motoristas paralisaram suas atividades desde às zero hora em protesto ao não pagamento do mês de maio, que venceu no quinto dia útil, na última sexta-feira e pelo fato dos patrões estarem pagando os salários sempre fora da data e alguns casos até de forma escalonada.

Na garagem da empresa Integração, na rodovia Palmiro Paes de Barros, todos os veículos estão estacionados e os motoristas parados próximos ao escritório. Por volta das 5 horas, com a chegada de representantes do Sindicato da categoria eles fizeram uma manifestação onde pediram pagamento em dia e a não ocorrência de salários escalonados.

Um diretor do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano do Estado de Mato Grosso, esteve na garagem da Empresa Integração e após um encontro com os motoristas disse à reportagem do Esportes & Notícias, que “ninguém aguenta ficar em pagamento. Paralisamos a atividade em protesto contra esta situação que vem se arrastando há vários meses. Os funcionários das empresas que operam o transporte em Cuiabá e Várzea Grande , nunca sabem o dia que vão receber seus salários e as contas tem de se pagas com juros, por culpa das empresas que não cumprem sua obrigações”, disse, ressaltando que a categoria irá às ruas de Cuiabá na próxima sexta-feira, dia 14, em protesto contra a Reforma da Previdência e ao Governo Jair Bolsonaro.

“Hoje estamos aqui parados em apoio aos funcionários das empresas de ônibus que operam em Cuiabá e estão atrasando os nossos salários. Esta situação não ocorre em uma ou outra empresa. São em todas. Por isso, a paralisação está acontecendo em todas elas. Na sexta-feira vamos protestar contra a Reforma da Previdência. Ela não pode ser aprovado, enfiada goela abaixo do trabalhador da maneira que estão querendo”, disse.

A reportagem procurou, na portaria da Empresa Integração algum diretor, mas informação é que não havia ninguém responsável no local por volta das 5h50.

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