CUIABÁ
21 de abril de 2021 - 03:39

Max Russi reafirma ser contrário ao plebiscito para definir entre VLT e BRT, mas vai acatar decisão da AL

O presidente da Assembleia Legislativa pediu que o deputado federal Emanuelzinho (PTB) intermedie as discussões entre a prefeitura de Cuiabá e Governo do Estado.
Russi

Por Esportes & Notícias

O presidente da Assembleia Legislativa deputado Max Russi (PSB), voltou a se posicionar contrário ao plebiscito proposto pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), para definição do modal de transporte coletivo entre as cidades de Cuiabá e Várzea grande: VLT ou BRT. Para Max, a decisão precisa ser tomada em conjunto pelo Governo do Estado, que já se posicionou favorável ao BRT, e pelos municípios de Cuiabá e Várzea Grande que serão os beneficiados.

“Eu não vejo espaço para plebiscito. Primeiro: nós estamos numa pandemia, os caso de covid subiram muito no período eleitoral, é uma realidade. Vamos fazer o plebiscito e aglomerar novamente? {…} Acho que é o momento do governador e do prefeito (Emanuel) acharem uma solução para o transporte público. O que o povo quer é solução, algo melhor para o transporte público, e eu vou defender isso no Parlamento”, disse Max referindo-se a Emanuel Pinheiro, já que o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baract (MDB), já se posicionou favorável ao BRT.

Max disse que conversou com o deputado federal Emanuelzinho (PTB), filho do prefeito de Cuiabá, e o sugeriu que intermedie as discussões, visto que o esmo tem boa entrada no Paiaguás, conhece os dois lados da discussão e pode ajudar numa definição rápida e sem a necessidade do plebiscito.

” Conversei com o deputado Emanuelzinho, ele foi o mais votado da região e ele precisa participar desse debate. Chamei ele para a discussão e acho que ele deve liderar esse debate e fazer uma interlocução do Governo e Prefeitura. Ele deve ser o responsável por essa situação, por ser filho do prefeito, por ser o mais votado de Cuiabá e ter porta aberta com o governo do Estado”, disse Max Russi.

Sobre a possibilidade de a Assembleia votar pelo plebiscito, o deputado disse que acatará a vontade da maioria. Vale lembrar que são necessários apenas 8 vtos para que a consulta popular seja acatada e o Tribunal regional eleitoral viabilize o processo.

“Sou presidente de um colegiado, não vai ser minha vontade que vai prevalecer, mas a vontade da maioria”, concluiu.

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