CUIABÁ
27 de fevereiro de 2021 - 17:48

Russi é confirmado novo presidente da ALMT; Botelho assume 1ª secretaria

O novo presidente afirmou que vai encarar a presidência com bastante tranquilidade e que a gestão de Botelho, na qual fez parte
max_russi

Por Esportes & Notícias

O deputado estadual Max Russi (PSB) foi confirmado como novo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em eleição realizada durante sessão na noite desta terça-feira (23). A chapa “Deputado Valdir Barranco” recebeu 20 dos 23 votos.

Um deputado votou contrário, dois votaram em branco, enquanto o deputado Valdir Barranco (PT) esteve ausente em função de estar internado em um hospital de São Paulo com o novo coronavírus (Covid-19).

Max Russi foi eleito presidente, tendo Eduardo Botelho (DEM) como 1° secretário, Dilmar Dal Bosco (DEM) como 1° Vice-presidente, Wilson Santos (PSDB) como 2º Vice-presidente; Janaina Riva (MDB) como 2º secretário, delegado Claudinei (PSL) como 3º secretário e Allan Kardec (PDT) como 4º secretário.

O novo presidente afirmou que vai encarar a presidência com bastante tranquilidade e que a gestão de Botelho, na qual fez parte, foi muito séria e austera com devolução de recursos ao Governo do Estado. “Cada presidente tem sua marca, tem a sua gestão, sua forma de administrar. Mas, posso dizer que Botelho conquistou todos os deputados, conquistou respeito do parlamento pela pessoa simples que é e vai continuar trabalhando como primeiro-secretário”, comentou Russi.

Max Russi está no segundo mandato seguido de deputado estadual, também já foi secretário de Estado da Casa Civil e de Trabalho e Assistência Social (Setas) na gestão do ex-governador Pedro Taques (SD). Também já foi prefeito por dois mandatos de Jaciara.

O consenso entre os deputados para a eleição de Max Russi aconteceu depois da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que concedeu medida cautelar suspendendo a eleição da Mesa Diretora e posse que reconduziu Eduardo Botelho à frente da ALMT. A ação foi ajuizada pelo partido Rede Sustentabilidade, que argumentou o mesmo entendimento que proíbe reeleição para as mesas diretoras da Câmara e Senado.

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