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Mauro aponta Parque de Chapada como sua “maior mágoa” no Governo

A disputa chegou ao fim em 2024, quando o Estado decidiu retirar as ações judiciais devido ao desgaste na relação com a União, permitindo que o consórcio Parques FIP assumisse a concessão.
Parque Nacional de Chapada dos Guimarães Crédito - Secom/MT

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Após sete anos no comando de Mato Grosso, o ex-governador Mauro Mendes (União) revelou que sua principal frustração política foi não ter assumido a gestão do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Em entrevista ao programa Pongó News, da Capital FM, na última semana, o ex-gestor admitiu que, embora tenha travado uma “guerra” com o Governo Federal, sente que deveria ter sido ainda mais incisivo na disputa.

“[Me arrependo] de não ter brigado mais com o governo federal para que ele passasse para nós o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Eu ia começar um processo de transformação num dos maiores potenciais turísticos do Brasil. Briguei muito, mas deveria ter brigado mais”, disse.

A tentativa do Estado de assumir a área foi liderada pela MT Participações (MT Par). O projeto do Governo de Mato Grosso previa um investimento robusto de R$ 200 milhões, que incluía intervenções icônicas, como uma passarela de vidro suspensa no Portão do Inferno.

O embate, no entanto, esbarrou em uma complexa disputa jurídica e política com o ICMBio. O Estado tentou anular o leilão federal diversas vezes, questionando a transparência do processo e a previsão de ingressos que poderiam chegar a R$ 100 – valor criticado por Mendes na época.

A disputa chegou ao fim em 2024, quando o Estado decidiu retirar as ações judiciais devido ao desgaste na relação com a União, permitindo que o consórcio Parques FIP assumisse a concessão.

 

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